Este muito recomendável artigo discute a representação de dados de negócio e os custos associados a estratégias erradas de visualização, incluindo quando é a própria utilização de gráficos que não faz sentido:
“If you can communicate your message clearly, efficiently and with the desired impact in a simple sentence, do so. If your message requires the precision of a table of numbers and text labels to identify what they are, use them, but do not make your audience use visual perception to interpret that graph, struggling to figure out the exact values of the data encoded as bars or lines when the message has nothing to do with the shape of the data. Sure, some people are more impressed with graphs even when they are a poor means of communication, but that does not justify producing bad and just plain stupid work.”
Já aqui sublinhei várias vezes que o objectivo último é sempre apoiar o utilizador da mensagem na compreensão da realidade que ela veicula. Representar graficamente um valor, ou pedir a um gráfico que faça de tabela são exemplos particularmente infelizes e que denotam uma falta de literacia gráfica que é mais frequente nas organizações do que seria saudável.
O artigo discute também a dificuldade das organizações em seleccionar as adequadas ferramentas de reporting quando os vendedores de soluções de Business Inteligence insistem em metáforas visuais irrelevantes mas vistosas, e cujas insuficiências só são compreendidas a prazo, quando essas ferramentas se tornam pouco mais que custosos pisa-papéis informáticos.
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