No post anterior mostrei a desconfortável posição de Portugal quando cruzamos o salário mínimo oficial (em paridade de poder de compra) com os níveis de desigualdades sociais. Este gráfico é igualmente esclarecedor. Compara o salário mínimo com a percentagem de população que completou pelo menos o ensino secundário. Ele mostra os elevados níveis de educação entre os antigos países comunistas e o que isso pode significar do ponto de vista da qualificação profissional. Simultaneamente, mostra os baixos salários praticados. Para um empregador, é o paraíso na terra, mesmo ao pé da porta.
E depois há Portugal. Um país distante, com baixos salários, sim, mas com uma população analfabeta.
De facto, uma difícil escolha.

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